Liberdade de aplicativo. Segurança de carteira assinada.
Sem escolher entre as duas — pela primeira vez.
O trabalho virou fragmentado, flexível e móvel.
A confiança ainda é analógica.
O mercado não sabe transportar confiança profissional.
Mudança de cidade ainda apaga histórico na fronteira.
Múltiplas fontes de renda, um currículo que virou museu.
CLT + bico na mesma vida. As caixas legais não acompanham.
A Wibbe transporta confiança entre cidades.
O modelo de carteira assinada não cabe mais em todo mundo. O modelo de gig americano não cabe no Brasil. Falta um terceiro caminho — e o número de pessoas esperando por ele só cresce.
67,7% dos autônomos brasileiros dizem ao IBGE que gostariam de ter carteira assinada. Não porque odeiam autonomia — porque a autonomia que existe hoje não traz nenhuma previsibilidade.
Tradução em português: a galera quer liberdade de horário, mas também quer dormir tranquila sabendo que tem férias e 13º guardado.

Uma história que cabe em um turno de cozinha.
João, cozinheiro de Pelotas, sobe para Florianópolis na alta temporada.
Não começa do zero.
Chega com 5 anos de cozinha visíveis para qualquer restaurante.
Carla tem restaurante em Jurerê. No segundo dia, contrata o João pelo app — sem indicação, sem risco.
Sua reputação vai com você.
A terceira via entre CLT rígida e o caos absoluto.
Não estamos competindo com um líder forte. Estamos chegando depois que ele já perdeu a guerra contra o próprio modelo de negócio. A linha do tempo é pública.
Quando o profissional paga pra tentar conseguir um trabalho, o app ganha mesmo quando ele perde. Isso vira uma fábrica de gente brava. Quanto mais cresce, mais quebra. A Wibbe só cobra quando o trabalho acontece de verdade.
Enquanto o concorrente escolhe entre atender empresa ou família, a gente atende os dois com a mesma rede de profissionais. O eletricista que faz o turno do hotel à noite, faz a reforma do apartamento de manhã. Mesmo cadastro. Mesma carteira. Mesma agenda.
Pra entender em uma frase: o profissional não fica parado entre jobs. Toda hora livre vira receita.

Da rua ao algoritmo — sem atalho digital.
Bairro por bairro, restaurante por restaurante, pousada por pousada. Os fundadores convertem a cidade pessoalmente — depois ela vira caso de referência.
Quando Floripa estiver consolidada, transborda para Pelotas, Porto Alegre, Criciúma e São Paulo. A reputação portátil testa-se ali primeiro.
Enquanto o concorrente compra lead, os fundadores convertem Florianópolis em 60 dias — restaurante por restaurante, bairro por bairro, com a marca visível na rua.
Outdoor, totens, frota e equipe no terreno — a mesma narrativa do app, visível onde o trabalho acontece.
Sem operação de rua não existe densidade. Sem densidade a IA não tem o que analisar.
Beiramar, shoppings, orla e eventos — atendimento humano, cadastro assistido e entrada imediata na base.
Jaquetas impermeáveis, softshell ergonômico, logo bordado — coerente com totem e estande. Só a equipe, integrada à narrativa — não panfleto de fundo.
Equipe · inverno
Softshell · campo

Dados da rua viram mapa de oportunidade — e push no bolso certo.
Nada de "você sumiu, foi bloqueado". A Wibbe trabalha com três medidores que sobem e descem conforme o comportamento. Quem cumpre, aparece mais. Quem falha, perde visibilidade — mas pode reconquistar.
Serviços em falta por bairro e categoria viram alertas. O profissional vê onde ganhar mais, onde há vaga em outra cidade, e o que estudar — sem ficar parado.
Trabalho fluido: quem precisa de cozinheiro recebe. Quem sabe cozinhar é avisado. A cidade não fica com buraco — e ninguém fica ocioso por falta de informação.
Barras = contratações abertas não preenchidas. Quanto maior, mais urgente o push para quem combina com o perfil.
“Faltam 12 cozinheiros em Jurerê — ticket médio R$ 28/h. Se você faz curso de 2 semanas, entra na fila com demanda já paga.”
“Pelotas tem 6 restaurantes buscando seu perfil. Sua reputação já viaja — você chega com 5 anos visíveis, não do zero.”
Compara bairro e categoria: “Garçom em Canasvieiras paga 18% acima da média de cozinha no Centro esta semana.”
Em português simples: a IA lê o mapa de necessidades da cidade, compara com quem está disponível e empurra trabalho — não espera o profissional ficar atualizando currículo.
Isso ajuda a população porque o serviço chega. Ajuda o profissional porque o dinheiro circula. Ajuda a Wibbe porque cada match vira dado e receita.

Cada job fecha o loop — e endurece o moat.
Cada contratação fechada alimenta um loop impossível de copiar depois.
Quando o concorrente acordar, a Wibbe já terá milhões de avaliações cruzadas entre cidades.
Cancelou < 12h? Push para 3 perfis compatíveis no bairro.
João indica colega ativo: boost de reputação 30 dias.
Defesa do contratante incorporada ao produto.
Saldo na mão ao fim do serviço — não D+30.
Conflito vira ticket interno com decisão da Wibbe.
A gente guarda 20% de cada trabalho pro profissional, automaticamente, dentro de uma carteira de reserva. Solta tudo de uma vez por ano. Resultado: ele tem férias e 13º como qualquer CLT, mas sem ninguém ser patrão dele.
Pra entender em uma frase: é a mesma sensação do FGTS, mas o profissional é dono de tudo e ninguém precisa ser CLT.
A gente vira sócia de cidade. A prefeitura digitaliza o balcão de emprego com a infraestrutura da Wibbe, resolve a dor da informalidade local, e a gente ganha base de profissionais sem gastar com marketing pra captar.
A prefeitura digitaliza o SINE municipal usando a Wibbe. Resolve informalidade local, injeta liquidez direta em bairro periférico, e tem métricas auditáveis pra mostrar em campanha.
Quem mantém nota máxima e energia alta ganha validação institucional acelerada do município pra microcrédito. O score Wibbe vira insumo de política pública.
Pintura de escola, reparo hidráulico em posto de saúde, limpeza pós-evento cívico. Demanda contínua e garantida pra base de profissionais — sem licitação burocrática.
Em uma frase: depois que a Wibbe entrou na prefeitura, é quase impossível um concorrente entrar naquela cidade. Cada cidade vira uma muralha.
A gente comparou doze dimensões críticas contra todos os players relevantes — brasileiros e internacionais. O resultado fala sozinho.
| Diferencial | Wibbe | GetNinjas | Parafuzo | Triider | Instawork | TaskRabbit |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Atende empresa + família na mesma base | SIM | ✕ Só residencial | ✕ Só limpeza | ✕ Regional | ✕ Só empresa | ✕ Só família |
| Fundo de reserva pro profissional | SIM · 20% | ✕ | ✕ | ✕ | ✕ | ✕ |
| Modelo de cobrança | % do job feito | Moedas pré-pagas | % do job | % do job | % do job | % + taxa |
| Cobre obra pesada (pedreiro, eletricista) | SIM | Sem filtro | ✕ | Parcial | ✕ | Só pequenos |
| Sistema de confiabilidade dinâmico | Energia + Constância | Só estrelas | Só estrelas | Só estrelas | Score | Só estrelas |
| Valor da hora cresce com mérito | Por nível + algoritmo | Cliente decide | Tabela fixa | Negociação | Fixo por turno | Profissional decide |
| Integração com prefeituras | SIM · Nativo | ✕ | ✕ | ✕ | ✕ | ✕ |
| Nota fiscal MEI automática | SIM | Externo | Parcial | Parcial | N/A (EUA) | N/A (intl) |
| Risco financeiro pro profissional | BAIXO | Altíssimo | Médio | Médio | Baixo | Médio-alto |
| Carteira + Pix instantâneo | SIM · saldo na mão | ✕ D+7 a D+30 | ✕ | ✕ | ✕ | ✕ |
| Mediação em até 48h | SIM · arbitragem Wibbe | ✕ | ✕ | ✕ | ✕ | ✕ |
| Avaliação dupla obrigatória | SIM · quem não avalia perde acesso | ✕ Só consumidor | ✕ | ✕ | ✕ | ✕ |
Sete diferenciais que, juntos, são impossíveis de replicar sem refazer o modelo inteiro. Cada um sozinho já é forte. Combinados, viram moat.
Retenção patrimonial automática de 20% por job, liberada anualmente como reserva voluntária regulada por Bacen.
Energia + Constância + Custo-Hora Evolutivo formam um sistema contínuo de recompensa, não binário banido/ativo.
Empresa e família compartilham o mesmo pool de profissionais. Liquidez transversal, agenda otimizada, LTV multiplicado.
Do faxineiro ao pedreiro, do garçom freela ao eletricista, com curadoria por categoria — sem o vale-tudo despadronizado dos concorrentes.
Integração G2B com prefeituras gera aquisição de profissionais com CAC quase zero e cria moat regulatório local.
NF-e MEI automática, retenção tributária correta por tipo de contratante, arquitetura desenhada à luz do julgamento do STF sobre pejotização.
Comissão sobre serviço efetivamente realizado, nunca sobre tentativa de contato. Profissional só paga quando ganha.
300 profissionais cadastrados, 15 serviços/prof/mês, 8% sobre transação fechada.
15 serviços/mês × 8% × R$ 180 × 13 meses.
Rua + reputação — custo é tempo dos fundadores.
Payback em < 45 dias em regime.
R$ 120K · 60 dias de campo + 30 dias de produto · Floripa.
300 prof · 40 empresas
600 prof · 15 serv/prof/mês
1.200 prof
+ Curitiba piloto
5 cidades · Var. B
Não estamos prometendo blitzscale. Estamos prometendo execução cirúrgica em sequência, validando moat a cada etapa antes de escalar.
Antes do legislador, antes do STF, antes de um concorrente bem-financiado tentar fazer de cima pra baixo. A infraestrutura padrão do trabalho sob demanda brasileiro vai ser construída nos próximos 3 a 5 anos. A pergunta é por quem.
s7strategy@gmail.com